Como todos sabem, o Mists of Pandaria vai trazer um novo continente à Azeroth. Pandaria passou milênios escondido sob brumas impenetráveis, resultado de um feitiço que o ultimo imperador Pandaren lançou sobre as suas terras para protegê-las da cisão do mundo no episódio do Well of Eternity, e por um motivo ainda não descoberto, o continente reaparece. E isso acontece numa época em que as tensões entre a Aliança e a Horda estão cada vez maiores, e a iminência de uma guerra global [de verdade!] é muito presente.

O império de Pandaria era, há muitos milênios, dominado pela raça Mogu, que ainda hoje luta para dominar novamente o continente, e voltar ao poder. Os Mogu criaram várias raças como escravos, além de escravizar as raças locais, como por exemplo, os Pandaren. Através de uma revolução bem organizada, os Pandaren conseguiram libertar o continente dos Mogu, e estabelecer seu império – mas agora, os Mogu que restaram vão se unir e tentar dominar novamente o continente que um dia já foi deles.

Além desse grande inimigo, ainda temos o Sha – a energia negativa capaz de tomar forma física –  que ficou aprisionada por muito tempo dentro do Templo Jade, e com a chegada da Aliança, da Horda, e todo o seu sentimento de guerra, conquista, raiva e medo, se libertou, fazendo com que todo o continente, especialmente a Floresta Jade, passem por mudanças enormes.

O continente de Pandaria traz novas áreas, novas raças, novos recursos, e tanto a Aliança quanto a Horda vão querer explorar esse novo lugar. Inicialmente, não há guerra em Pandaria: as duas facções estão mais interessadas em explorar, conhecer, ver quais recursos e quais raças eles podem encontrar nesse lugar. Mas, claro, cada facção vai fazer o possível para se aliar com os moradores locais, e garantir o direito de explorar e utilizar os recursos desse lugar.

Segundo Chris Metzen, Mists of Pandaria vai ser uma expansão completa, no sentido de que tudo o que for possível de explorar, virá pronto – não teremos que esperar a grande luta final, como foi com o Lich King, ou com o Deathwing. Mas haverá uma evolução: cada patch será como uma mini-expansão, trazendo a evolução da história da tentativa de conquista de Pandaria pela Aliança e pela Horda, a chamada “Campanha Pandária”.

A Floresta Jade, antes do início da Campanha da Ally e da Horda... já nos contaram que ela não fica assim lindona por muito tempo :(

Essa campanha tem início quando os navios das duas facções atracam na Floresta Jade, e começam o reconhecimento da área. Com o passar do tempo, a região vai ser desfigurada, o Rei Varian Wryn vai fazer o possível para fortalecer a aliança para um possível contra-ataque à horda, e Garrosh vai tentar juntar todas as partes da Horda – que, como se sabe, são várias e possuem muitas divergências – para tentar transformar a facção em uma máquina mortífera, capaz de conquistar e dominar tudo e todos à sua volta.

Esse processo todo tem consequências… e com isso, um personagem específico começará a agir de forma moralmente questionável – tanto pela Aliança, quanto pela Horda. E assim vai se construir a raid final da expansão, onde ambas facções lutarão contra um inimigo que foi forjado pela loucura da conquista, para tentar restabelecer o equilíbrio do poder em Azeroth.

E, bem, apesar desse personagem não ter sua ‘foto’ estampada na caixa da expansão, tenho certeza que todos vamos esperar pelo momento de combatê-lo – tanto por ser quem é, quanto pelo local onde essa luta vai acontecer. Então, desde já, preparem-se para lutar contra Garrosh Hellscream, numa Orgrimmar invadida por ambas as facções, para livrar Azeroth de sua loucura.

 

 

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